Vitamina C versus câncer: radical do ácido ascórbico e comprometimento da respiração mitocondrial?

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PMID:
    
            
                    Oxid Med Cell Longev. 2020; 2020: 1504048. Epub 2020 11 de janeiro. PMID: 32411317
        

      Título do resumo:
    
            
                    Vitamina C versus Câncer: Radical do Ácido Ascórbico e Prejuízo da Respiração Mitocondrial?
        

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      Resumo:
    
            
                    A vitamina C como terapia de câncer tem uma história controversa. Grande parte da controvérsia decorre da falta de biomarcadores preditivos para estratificação dos pacientes, bem como uma compreensão clara do mecanismo de ação e seus múltiplos alvos subjacentes ao efeito anticâncer. Nossa revisão expande a análise das vulnerabilidades do câncer em altas doses de vitamina C, com base em vários fatos, ilustrando o potencial citotóxico do radical livre ascorbil (AFR) via comprometimento da respiração mitocondrial e os mecanismos de sua eliminação em mamíferos pela membrana ligada à membrana. NADH: oxidoredutase 3 do citocromo b5 (Cyb5R3). Essa enzima catalisa a conversão rápida de AFR em ascorbato, bem como a redução de outros compostos ativos redox, usando o NADH como doador de elétrons. Propomos que a vitamina C possa funcionar no “modo protetor” ou no “modo destrutivo” que afeta a homeostase celular, dependendo da concentração intracelular de AFR no estado estacionário e da expressão / atividade diferencial do Cyb5R3 em células cancerígenas e normais. Assim, um efeito anticâncer específico pode ser alcançado com doses elevadas de terapia com vitamina C. A revisão destina-se a uma ampla audiência de leitores, de estudantes a especialistas na área.

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