STCMA – 15 de fevereiro de 2020 – The Gold Standard

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A política alemã entrou em tumulto e debate sobre o apoio dos partidos de extrema-direita e de extrema-esquerda. Deveria ser feito ou não? Entendo por que não é uma decisão fácil para os políticos alemães. Em outras palavras, eu posso entender a posição de princípio que alguns políticos da CDU adotaram sobre esse assunto, dada a história do país.[[Ligação]

O Sinn Fein, conhecido por essa luta violenta anterior para tirar a Grã-Bretanha da Irlanda do Norte, agora deixa sua marca na Irlanda. Desenvolvimento interessante.[[Ligação]

McKinsey destruiu a classe média americana? Tentador a dizer “sim”, mas isso soa muito absolutista. A McKinsey pode ter simbolizado as tendências que surgiram desde os anos sessenta na América. Lentamente a princípio e rapidamente depois. Mas isso destruiu a classe média sozinha? Os acadêmicos da U. Chicago (e escolas similares) tiveram um papel importante. Wall Street desempenhou um papel. Certamente, a McKinsey poderia ter se recrutado nessas universidades e esses acadêmicos também teriam trabalhado para a McKinsey. Além disso, os políticos também teriam contratado ex-alunos da McKinsey como seus conselheiros / gerentes de campanha, etc. Seu papel é formidabe, sem dúvida. Mas, a única força? Ainda tenho minhas dúvidas, pois é tentador tornar a empresa o pára-raios. este O artigo (ht: Rohit Rajendran) trata mais de descartar as alegações de Buttigieg de representar o país do que qualquer outra coisa, no final.

Fato interessante:

um estudo de meados de século da General Motors publicado na Harvard Business Review – concluído, em um presságio do que estava por vir, por Arch Patton, da McKinsey – descobriu que, de 1939 a 1950, o salário dos trabalhadores por hora aumentou três vezes mais rápido que os executivos de elite ‘pagar.[[Ligação]

“A revolução do crédito no Brasil em seis gráficos” grita um cabeçalho do FT. Parece mais um boom de crédito insustentável à medida que se explora os seis gráficos. Duvido que isso dure. Não parece. Eu poderia estar errado. Muitas tendências insustentáveis ​​nos mercados financeiros ainda estão se sustentando.

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O cabeçalho de esta O artigo “Economist” conta bem a história – que as recomendações dos analistas refletem seus preconceitos culturais. Quem sabia?! Bem, para não ser cínico. Uma vez dito, parece evidente e também é bom documentá-lo sistematicamente, como o artigo em que o artigo se baseia. É útil lembrar se você ainda acredita na pesquisa do lado da venda.

Este blog Morgan Housel postar (ht: Rohit Rajendran), em 7 de fevereiro de 2020, é uma leitura muito boa para a compilação meticulosa de manchetes da década dos anos 20 dos Estados Unidos. “Nada é inevitável”, diz ele. É assim mesmo?

“A Era da Decadência” de Ross Douthat no New York Times é extraído (ht: Rohit Rajendran) de seu próximo livro, “A sociedade decadente”. A prosa é boa e os argumentos parecem convincentes, mas deixam um com uma sensação de incompletude. Ele acha que a atual era de decadência no Ocidente (a definição de ‘decadência’ é interessante) poderia ser pior e que não há nada de inerentemente repugnante, censurável ou negativo. Todas as sociedades confortavelmente prósperas finalmente chegam lá. Tentativas de consertá-lo através de revoluções esquerdistas (Sanders e Warren?) Podem tornar a situação mais perigosa é um ponto que o autor parece estar fazendo. Aparentemente, o Império Romano estava em um estado de decadência por quase quatro séculos. Então, no final, não tenho certeza de qual é o objetivo disso.

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