O ácido oleanólico melhora as alterações intestinais associadas à EAE.

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PMID: J Neuroinflammation. 27 de novembro de 2020; 17 (1): 363. Epub 2020 Nov 27. PMID: 33246492 Resumo Título: O ácido oleanólico melhora as alterações intestinais associadas à EAE. Resumo: FUNDAMENTOS: A esclerose múltipla (EM) é uma doença autoimune desmielinizante crônica que afeta o SNC. Estudos recentes indicaram que as alterações intestinais desempenham papéis patogênicos importantes no desenvolvimento de doenças autoimunes, incluindo MS. O ácido triterpeno-oleanólico (OA), devido às suas propriedades antiinflamatórias, demonstrou influenciar beneficamente a gravidade da encefalomielite autoimune experimental (EAE), um modelo pré-clínico de EM. Investigamos aqui a disfunção intestinal intestinal associada à EAE e o efeito do tratamento com OA. MÉTODOS: Camundongos com EAE induzida por MOG foram tratados com OA ou veículo a partir do dia da imunização e foram analisados ​​diariamente quanto ao déficit clínico. Realizamos análises moleculares e histológicas no soro e nos tecidos intestinais para medir as respostas oxidativas e inflamatórias. Usamos células Caco-2 e HT29-MTX-E12 para elucidar os efeitos da OA in vitro. RESULTADOS: Descobrimos que a OA protegeu das alterações induzidas pela EAE na permeabilidade intestinal e preservou as células caliciformes contendo mucina ao longo do trato intestinal. Os níveis séricos dos marcadores para danos à barreira intestinal iFABP e ativação de monócitos sCD14 foram consistentemente e significativamente reduzidos em camundongos EAE tratados com OA. Os efeitos benéficos da OA também incluíram uma diminuição de mediadores pró-inflamatórios tanto no soro quanto no tecido do cólon de camundongos tratados com EAE. Além disso, os níveis de algumas citocinas imunorreguladoras, o fator neurotrófico GDNF e o hormônio gastrointestinal motilina foram preservados em camundongos EAE tratados com OA. Em relação ao estresse oxidativo, o tratamento com OA evitou a peroxidação lipídica e o acúmulo de ânion superóxido no tecido intestinal, ao mesmo tempo em que induziu a expressão do sequestrador de ROS Sestrin-3. Além disso, a quantificação de ácidos graxos de cadeia curta (SCFA) no conteúdo cecal mostrou que OA reduziu as altas concentrações de ácido iso-valérico detectadas em camundongos EAE. Por último, usando modelos de células in vitro que mimetizam o epitélio intestinal, verificamos que OA protegeu contra disfunção da barreira intestinal induzida por agentes prejudiciais produzidos em EAE e MS.CONCLUSÃO: Esses resultados revelam que OA melhora a disfunção intestinal encontrada em camundongos EAE. OA normaliza os níveis de marcadores de disfunção da mucosa intestinal, bem como o viés imunológico pró e antiinflamatório durante a EAE, reforçando assim a ideia de que OA é um composto benéfico para o tratamento de EAE e sugerindo que OA pode ser um candidato interessante a ser explorado para o tratamento de MS humano.

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